Recesso de fim de ano

Em virtude do recesso de final de ano, o Museu Rondon de Etnologia e Arqueologia da UFMT (MUSEAR) estará fechado para visitação entre os dias 25/12/17 e 05/01/18, mantendo apenas o funcionamento administrativo interno. 

Ainda não conhece o museu? Não deixe de nos visitar em 2018!
O MUSEAR funciona de segunda a sexta, das 8h às 17h. A visitação é gratuita!
Quer agendar uma visita de grupo escolar?
Ligue 3313-7391 ou mande um e-mail para museurondonufmt@gmail.com.

Desejamos a todos boas festas!

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Exposição "Oi´ó e Uiwede: ritos de iniciação Xavante"

O Museu Rondon de Etnologia e Arqueologia da Universidade Federal de Mato Grosso (MUSEAR/UFMT) convida a todos para visitar a exposição “Oi’ó e Uiwede: ritos de iniciação Xavante” que estará aberta à visitação na sala de exposições de curta duração do museu a partir da próxima segunda-feira, dia 10 de abril, e estará em cartaz até o dia 05 de maio.

A exposição apresenta dois momentos do processo de admissão dos moradores da casa dos solteiros do povo Xavante: a luta dos meninos (oi’ó) e a corrida de toras de buriti (uiwede). As fotos que compõem a exposição foram registradas nos anos de 2009 e 2017 na Aldeia Nossa Senhora de Guadalupe, na Terra Indígena São Marcos (Barra do Garças/MT) pelo professor e antropólogo Paulo Sergio Delgado do Departamento de Antropologia da UFMT.

A exposição pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h30 e das 13h30 às 17h no MUSEAR/UFMT, próximo ao Parque Aquático do campus Cuiabá da UFMT. A entrada é gratuita.


quinta-feira, 6 de abril de 2017

Recesso de carnaval

O MUSEAR INFORMA

Em virtude dos pontos facultativos estabelecidos para o período do Carnaval de 2017 (Portaria MP nº 369/16), o Museu Rondon de Etnologia e Arqueologia da UFMT (MUSEAR) estará fechado nos dias 27 e 28 de fevereiro, retornando às atividades normais no dia 01 de março a partir das 13h30.

Ainda não conhece o museu? Não deixe de nos visitar durante esse ano!
O MUSEAR funciona de segunda a sexta, nos seguintes horários:
Segundas, das 13h30 às 17h
De terça a sexta, das 8h às 11h30 / 13h30 às 17h.
A visitação é gratuita!
Quer agendar uma visita de grupo escolar?
Ligue 3313-7391 ou mande um e-mail para museurondonufmt@gmail.com.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Recesso de fim de ano

O MUSEAR INFORMA

Em virtude do recesso de final de ano, o Museu Rondon de Etnologia e Arqueologia da UFMT (MUSEAR) estará fechado entre os dias 26 e 30 de dezembro, retornando às atividades normais no dia 02 de janeiro de 2017.

Ainda não conhece o museu? Não deixe de nos visitar em 2017!
O MUSEAR funciona de segunda a sexta, das 8h às 17h. A visitação é gratuita!

Quer agendar uma visita de grupo escolar?
Ligue 3313-7391 ou mande um e-mail para museurondonufmt@gmail.com.

Desejamos a todos boas festas!

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Educação para a diversidade e contra o vandalismo


A sala de exposição de longa duração do Museu Rondon de Etnologia e Arqueologia da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) amanheceu com uma pichação ontem (30). O espaço do Museu está passando pela sua maior reforma e ampliação desde que foi criado, em 1973, e a pichação ocorreu na sala que estava sendo preparada para receber a pintura final. O professor Paulo Delgado, supervisor do Museu, considera que o ato está relacionado ao senso comum em que a corrupção é considerada apenas como o desvio de recursos públicos e/ou favorecimentos de grupos de interesse. “No entanto, corromper significa também destruir, estragar. Neste sentido, a pichação pode ser igualmente interpretada como um ato de corrupção”, diz. Para o antropólogo, ambos os comportamentos acarretam perdas e desperdícios de recursos públicos. 

Analisando a questão (frase pichada) encontrada na parede, “Pra q. isso aki?”, o professor observa que, “à primeira análise, trata-se de um questionamento vazio de conteúdo propositivo e crítico, na medida em que o Museu Rondon tem sua ‘serventia’ cravada na sua história e nos seus objetivos, que são, antes de tudo, possibilitar o acesso à sociedade a uma diversidade cultural e étnica apresentada nesse espaço público”.

Ele frisa que não é preciso vandalizar o prédio que está em reforma para saber mais sobre sua história e seus objetivos. O Museu Rondon de Etnologia e Arqueologia da UFMT está recebendo um importante investimento para dotá-lo com uma infraestrutura e ambiente que permita apresentar e valorizar a diversidade étnica e cultural dos povos indígenas, que ainda resistem tanto no Brasil e, sobretudo, em Mato Grosso. Ainda objetiva-se revitalizar um espaço histórico e de vivência na UFMT. A Expansão da UFMT, na década de 1970, começou por este espaço. O prédio que abriga o Museu Rondon foi um dos primeiros a ser construído na UFMT. Ali funcionou o RU, a Orquestra da UFMT; nos finais de tarde a comunidade acadêmica ali se reunia. “Portanto, o Museu opera tanto quanto espaço cultural e científico, quanto como espaço de vivência e sociabilidade”, ressalta.

Questiona-se com frequência a inexistência de espaços culturais na UFMT e até mesmo na cidade de Cuiabá, capital do Estado. A revitalização do Museu Rondon busca também contribuir para a redução dessa lacuna, considera o professor. “Após o término das obras, os novos espaços do Museu vão funcionar como um ambiente de ensino, pesquisa e extensão – razão de ser dos museus universitários. Dentro da proposta extensionista do Museu Rondon está a abertura para diferentes manifestações de arte, sejam aquelas que compõem o universo cultural regional (siriri, cururu, dentre outras), seja aquelas inseridas nos contextos de intervenções e performances dos dias atuais”.

Uma ideia equivocada a respeitos dos museus é que são espaços destinados a mostrar “quinquilharias” que remetem a períodos históricos (e pré-históricos) distantes, coisas do tempo dos tataravós. Mesmo se assim o fosse, sua “serventia” ainda seria legítima. Mas Conforme já salientado, o Museu Rondon de Etnologia e Arqueologia da UFMT é um museu que objetiva apresentar a diversidade étnica e cultural dos povos indígenas no presente. Esta diversidade se faz realidade em Mato Grosso e no Brasil. O Brasil possui uma população de aproximadamente 900 mil pessoas que se reconhecem como indígenas, distribuídas em mais de 246 etnias (povos), falantes de mais de 180 línguas diferentes. No nosso estado são 43 etnias, cuja população é de aproximadamente 43.000 pessoas. “É justamente esta diversidade que queremos apresentar. Muito além do exotismo, objetiva-se permitir que a comunidade acadêmica e externa aprenda a respeitar estas populações e sua diversidade cultural. Sua contribuição seria de romper e derrubar o muro de preconceito erguido historicamente sobre tais populações, sobretudo agora, quando o estado de Mato Grosso se consolida como economia voltada ao agronegócio”. Para o professor, os modos de vida tradicionais não são empecilhos para o desenvolvimento. Ao contrário, o significado é de respeito a grupos e pessoas que habitaram e habitam este estado.

Para facilitar o acesso a essas informações, o Museu Rondon de Etnologia e Arqueologia da UFMT possui um blog e páginas na internet nas quais estão disponíveis, assim como o andamento e acompanhamento das obras. Para saber mais basta acessar o blog , ou a página no Face
, ou, se preferir, ligar para (65) 3615.8489.
quinta-feira, 2 de julho de 2015

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